Uma boa história traz sempre muita magia e onírico mas há sempre uma mensagem ou uma ideia a passar às crianças de uma forma divertida e descontraída.
Quando leio uma história não pretendo dar lições durante a hora da leitura do conto. As crianças são suficientemente inteligentes e sensíveis e basta-lhes ouvir para captarem a mensagem de uma forma incrível.
Deve haver sempre uma atenção especial com o conto que se escolhe e o espaço onde o conto vai ser lido ou contado, pois, estes dois factores alertarão os sentidos das crianças que depois por trás encontrarão uma mensagem que interiorizam e levam para casa para partilharem com a família.
Eu sempre fui de viver um pouco no mundo do«faz de conta», pois, é difícil viver, em minha opinião no mundo real.
Ser crescido é muito difícil e complicado! Por tudo isto eu nunca deixei morrer a criança que habita em mim.
A minha cabeça fervilha de ideias e do imaginário. Faço completamente o que gosto. Sou feliz a trabalhar neste mundo das criança e no universo das histórias.
As crianças absorvem tudo com muita facilidade e naturalidade. É muito engraçado ver a reação dos miúdos que são verdadeiros e espontâneos em tudo o que dizem e fazem.
Por contar histórias, sinto que não tenho passado pela vida como espectadora mas como pessoa activa, que se envolve com empenho e dedicação. Sinto que contar histórias às crianças é um pouco devolver à sociedade aquilo que ela me tem proporcionado.
Tenho a ideia que conto razoavelmente bem histórias ou através da leitura de histórias simples mas que tento contar de uma forma apelativa e emocional, se possível. Sou também uma boa ouvinte de histórias. Um serão à leareira com histórias é imperdível para mim.
Os que me conhecem bem sabem que uma boa conversa me resgata de tudo o mais que me rodeia. Contar histórias às crianças é o meu escape, um mundo que recrio sempre com um entusiasmo galopante. Sou uma mulher de paixões. Não sei fazer nada sem muita paixão.
Não sou capaz de abdicar das coisas da Educação. São o meu oxigénio -eram no trabalho mais organizado da escola, durante 40 anos, e, agora no trabalho voluntário e colaborativo que desenvolvo na Biblioteca Municipal de Espinho no contacto directo com as crianças na «Hora do Conto». Este é o meu mundo natural!
Ao filho já contava histórias, depois, os alunos surgiram naturalmente e, agora espero os netos que levarei também ao mundo maravilhoso das histórias e da criança que não deixarei morrer dentro de mim.
Quando leio uma história não pretendo dar lições durante a hora da leitura do conto. As crianças são suficientemente inteligentes e sensíveis e basta-lhes ouvir para captarem a mensagem de uma forma incrível.
Deve haver sempre uma atenção especial com o conto que se escolhe e o espaço onde o conto vai ser lido ou contado, pois, estes dois factores alertarão os sentidos das crianças que depois por trás encontrarão uma mensagem que interiorizam e levam para casa para partilharem com a família.
Eu sempre fui de viver um pouco no mundo do«faz de conta», pois, é difícil viver, em minha opinião no mundo real.
Ser crescido é muito difícil e complicado! Por tudo isto eu nunca deixei morrer a criança que habita em mim.
A minha cabeça fervilha de ideias e do imaginário. Faço completamente o que gosto. Sou feliz a trabalhar neste mundo das criança e no universo das histórias.
As crianças absorvem tudo com muita facilidade e naturalidade. É muito engraçado ver a reação dos miúdos que são verdadeiros e espontâneos em tudo o que dizem e fazem.
Por contar histórias, sinto que não tenho passado pela vida como espectadora mas como pessoa activa, que se envolve com empenho e dedicação. Sinto que contar histórias às crianças é um pouco devolver à sociedade aquilo que ela me tem proporcionado.
Tenho a ideia que conto razoavelmente bem histórias ou através da leitura de histórias simples mas que tento contar de uma forma apelativa e emocional, se possível. Sou também uma boa ouvinte de histórias. Um serão à leareira com histórias é imperdível para mim.
Os que me conhecem bem sabem que uma boa conversa me resgata de tudo o mais que me rodeia. Contar histórias às crianças é o meu escape, um mundo que recrio sempre com um entusiasmo galopante. Sou uma mulher de paixões. Não sei fazer nada sem muita paixão.
Não sou capaz de abdicar das coisas da Educação. São o meu oxigénio -eram no trabalho mais organizado da escola, durante 40 anos, e, agora no trabalho voluntário e colaborativo que desenvolvo na Biblioteca Municipal de Espinho no contacto directo com as crianças na «Hora do Conto». Este é o meu mundo natural!
Ao filho já contava histórias, depois, os alunos surgiram naturalmente e, agora espero os netos que levarei também ao mundo maravilhoso das histórias e da criança que não deixarei morrer dentro de mim.
Fica um trabalho colectivo de um grupo de crianças de 8 anos na última sessão de «A Magia das Palavras Lidas e Ilustradas.», Na Biblioteca Municipal de Espinho.
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